February 9, 2007 at 8:11 pm
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Esse hino lembra-me quando faziamos pôr-do-sol na casa do meu tio Rômulo. Lembra-me ainda mais ele, sei que é um dos que mais gosta. Eu também gosto muito, sua melodia suave e sua letra esperançosa me confortam.
Procurei informações sobre esse hino, mas tudo que encontrei foi que é uma melodia tradicional irlandesa e que foi baseado nos versos do profeta Isaías.
Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão: Mas alegrai-vos e regozijai-vos perpetuamente no que eu crio; porque crio para Jerusalém motivo de exultação e para o seu povo motivo de gozo. E exultarei em Jerusalém, e folgarei no meu povo; e nunca mais se ouvirá nela voz de choro nem voz de clamor. (Isaías 65:17-19)
Lindo País (#571)
Hinário Adventista do Sétimo Dia
Há um país nas terras de além rio,
Cheio de flores, de prazer e luz;
É destinado às almas resgatadas;
Lá não terão mais lutas nem mais cruz.
Pois é ali que a morte não mais entra,
Nem mais pecado o brilho tirará.
Jesus, o Rei dessas mansões tão lindas,
Os salvos todos com prazer abraçará.
Lindo país! Eu vejo a brisa mansa
Acariciar campinas e jardins,
E embalar as palmas prateadas
Dos perfumados vales com jasmins.
E quando o Sol se põe no horizonte,
Eu julgo ver em sonhos este lar;
Vejo os amigos já ressuscitados,
E todos nós o nosso bom Jesus louvar.
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February 2, 2007 at 2:19 pm
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Hoje, quando fui dar uma olhada no jornal O Povo, da minha querida capital cearense, li sobre o já tradicional Festival Jazz&Blues de Guaramiranga. Esse ano o Festival inicia antes do carnaval, ainda em Fortaleza, durante o carnaval ferve na gostosíssima Guaramiranga (que pensando bem merece um Post) e encerra novamente em Fortaleza.
O que me chamou atenção na notícia foi uma entrevista com um dos músicos: Luis Fernando Veríssimo. Não sabia que ele era também músico saxofonista. Apesar de simples, a entrevista aborda um lado interessante do escritor, que fala de suas influências e sua experiência musical. Na entrevista ele afirma ainda que, se o tempo voltasse, se dedicaria mais a música do que a literatura.
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July 5, 2006 at 12:07 pm
· Filed under Geral, Pensamentos, Música
Muitas pessoas se assustam quando eu digo que eu não escuto rádio. O susto é ainda maior quando eu falo que não conheço as músicas mais tocadas… E ainda tratam isso como se fosse um absurdo. Porque eu estou falando isso?
Acabo de ler uma reportagem da Veja, 5 de julho de 2006, páginas 122 e 123. “Rimas esdrúxulas”, esse é o título. Os principais citados na reportagem são: Skank, O Rappa, Chorão e Pitty. Também aparecem CPM 22 e Jota Quest na lista dos artistas, os quais cita a revista, “tem letras que … não batem com coisa nenhuma”. Comecei então a pensar porque eu não gosto dessas músicas tão bem aceitas pela grande maioria dos meus colegas. Cheguei as seguintes conclusões:
- Existem músicas e músicos bem melhores, porque optar pelo pior?
- Porque dói os ouvidos escutar clichês e rimas pobres.
- Porque aprecio criatividade musical e não encontro isso no pop/rock popular.
- Porque as letras são rasas, não apresentam nenhum conteúdo poético ou ideológico de intensidade considerável, ou ainda, de fundamentação contínua.
- Porque eu percebo que existe um ou vários interesses, financeiro, por exemplo, que superam ou interfere o interesse musical do artista, acarretando uma produção que, por coincidência (será?), não me agrada.
O que eu escuto? Geralmente músicas do Dream Theater, Angra, Yamandu Costa, Chico Buarque, músicas evangélicas, músicas clássicas, músicas que meus amigos inventam… Eu aprecio músicas que por algum motivo são relevantes pra mim, como a técnica aprimorada de um instrumentista, a letra bem transmitida em um canto, uma boa mensagem através da letra, a progressividade, a criatividade, o improviso rico bem fundamentado, etc. Talvez a grande diferença esteja justamente nos valores que julgamos ser importante.
É bem verdade que eu, em algumas ocasiões, até toco algumas dessas músicas populares. É bom reunir entre amigos e cantarolar, mas, quando eu quero escutar, apreciar, relaxar, etc, as músicas são muito bem selecionadas!
Toda a música que não pinta nada é apenas um ruído. (Alembert, Jean)
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